Reflexão, após a leitura do texto que abaixo se transcreve.
Eu não tenho cartão de nenhuma cor, mas não sou apolítica, tenho ideias claras e sustentadas, em muitas leituras de diferentes quadrantes, autores de elevado e reconhecido mérito, no campo da investigação. Tenho por ambição viver num país, onde exista liberdade de pensamento e de expressão de ideias, e de uma sociedade mais justa, onde se dê maia atenção à escola onde as condições para alunos e professores e todos os agentes envolvidos tenham acesso a condições e ambientes com dignidade de forma a promover a qualidade do ensino prestado, e a população atinja elevados níveis de escolaridade e cultura, onde os valores da honestidade e do bom nome, regressem e prevaleçam. Delírio? Não. Reflexão urgente sobre o que nos rodeia, de união, de participação activa e responsável. O País está cansado de ver a "Monarquia e a sua corte", a pairar por aí, ora sabemos que terminou em 1910, mas está a ressuscitar com outro formato, mas semelhante em especial no que se refere a viver à sombra de quem detêm o poder, no desrespeito pelos mais desfavorecidos, porque aos outros (os que detêm o poder) tudo é permitido.
Andará o povo adormecido? Ou os polvos e os seus tentáculos cresceram tanto que dominam irremediavelmente?
Acredito que a solução existe, a reflexão sobre Direitos Humanos, Constituição, Democracia, Ditadura, são urgentes, temos de pôr fim aos interesses descarados de alguns que a todos prejudicam, e prestar mais atenção ao interesse comum, ao desenvolvimento sustentável, que a todos beneficia, e a todos proporcionará uma melhor qualidade de vida. Vivemos tempos difíceis, é certo, mas não são desculpa para os escandalos a que assistimos diariamente. Ideologias? Princípios? Foram substituídos por interesses económicos de uma pequena classe privilegiada.
Basta de confusão. Portugueses acordem, vamos por um ponto final neste desgoverno e anarquia. A bem da geração vindoura.
A solução existe e depende de todos nós!
MP
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Recordando Marcelo Caetano
por Luís Menezes Leitão
(Faculdade de Direito de Lisboa)