quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Controvérsias, tempo de reflexão urgente.
Reflexão, após a leitura do texto que abaixo se transcreve.
Eu não tenho cartão de nenhuma cor, mas não sou apolítica, tenho ideias claras e sustentadas, em muitas leituras de diferentes quadrantes, autores de elevado e reconhecido mérito, no campo da investigação. Tenho por ambição viver num país, onde exista liberdade de pensamento e de expressão de ideias, e de uma sociedade mais justa, onde se dê maia atenção à escola onde as condições para alunos e professores e todos os agentes envolvidos tenham acesso a condições e ambientes com dignidade de forma a promover a qualidade do ensino prestado, e a população atinja elevados níveis de escolaridade e cultura, onde os valores da honestidade e do bom nome, regressem e prevaleçam. Delírio? Não. Reflexão urgente sobre o que nos rodeia, de união, de participação activa e responsável. O País está cansado de ver a "Monarquia e a sua corte", a pairar por aí, ora sabemos que terminou em 1910, mas está a ressuscitar com outro formato, mas semelhante em especial no que se refere a viver à sombra de quem detêm o poder, no desrespeito pelos mais desfavorecidos, porque aos outros (os que detêm o poder) tudo é permitido.
Andará o povo adormecido? Ou os polvos e os seus tentáculos cresceram tanto que dominam irremediavelmente?
Acredito que a solução existe, a reflexão sobre Direitos Humanos, Constituição, Democracia, Ditadura, são urgentes, temos de pôr fim aos interesses descarados de alguns que a todos prejudicam, e prestar mais atenção ao interesse comum, ao desenvolvimento sustentável, que a todos beneficia, e a todos proporcionará uma melhor qualidade de vida. Vivemos tempos difíceis, é certo, mas não são desculpa para os escandalos a que assistimos diariamente. Ideologias? Princípios? Foram substituídos por interesses económicos de uma pequena classe privilegiada.
Basta de confusão. Portugueses acordem, vamos por um ponto final neste desgoverno e anarquia. A bem da geração vindoura.
A solução existe e depende de todos nós!
MP
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Recordando Marcelo Caetano
por Luís Menezes Leitão
(Faculdade de Direito de Lisboa)
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Wikipédia, a biblioteca que toda a gente usa
Ontem, 11 de Janeiro, ao folhear o jornal Público, como habitualmente faço, deparei com este artigo de opinião do JVM. Curiosamente, tenho exactamente a mesma percepção extraída de constatações feitas pelos colegas professores. Sente-se que poucos conhecem a fundo a Wikipédia e qual o espírito da sua criação e sobrevivência.segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
A última década em imagens ( Jornal o Público)
Mundo....
Que futuro estamos a construir?
A década em imagens
Baseado na economia? nas pessoas? o que move as decisões mundiais?
Reflectir ... repensar as recisões ... pensar melhor ... Saber pensar ...
Será que as pessoas são mesmo pessoas? Ou objectos manipuláveis para defender interesses económicos e políticos de alguém?
Estudar, ajuda a pensar.
A escola e o conhecimento são os pilares básicos do desenvolvimento sustentável.
A década em imagens
Desenvolvimento ... Guerra ... Paz ... Sociedade ... Qualidade de vida ...
Concurso Nacional de Jornais Escolares de 2010-2011 - projecto PÚBLICO na Escola
As Redes Sociais são o tema do Concurso Nacional de Jornais Escolares de 2010-2011, promovido pelo PÚBLICO, no âmbito do projecto PÚBLICO na Escola. Este é um concurso aberto a todos os alunos, do pré-escolar ao ensino secundário, para todas as escolas, públicas e privadas, que façam jornais escolares, em papel ou online.
Para participar, as escolas podem inscrever-se durante o mês de Março.
Até ao final do ano lectivo, os estabelecimentos de ensino podem enviar três edições dos jornais escolares feitos este ano.
Em pelo menos uma das edições, o tema terá que ser As Redes Sociais.
Até ao final do ano lectivo, os estabelecimentos de ensino podem enviar três edições dos jornais escolares feitos este ano.
Em pelo menos uma das edições, o tema terá que ser As Redes Sociais.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Os professores não têm futuro. Eles são o futuro.
“Os professores não têm futuro. Eles são o futuro. E, sobretudo, você...” “Volte para dentro de si”. “Você encontrará na própria essência de seu projeto de ensinar as razões para não perder as esperanças nem no seu ofício, nem no mundo” Philippe Meirieu.
Ser professor atualmente é uma luta constante, pois é uma aposta no futuro, que significa estar sempre em um processo de renovação de aprendizagens.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Reformas na Suíça com tecto máximo de 1700 euros
Na Suíça, ao contrário de Portugal, não há reformas de luxo. Para evitar a ruína da Segurança Social, o governo helvético fixou que o máximo que um suíço pode receber de reforma são 1700 euros. E assim, sobra dinheiro para distribuir pelas pensões mais baixas.
2010-11-10 10:40:07
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